Aprex Webmail e U ) *
Joinville - Quinta-feira, 21 de Março de 2019 - Santa Catarina


Newsletter
Para receber a Newsletter da Vidaverde, preencha o formulário abaixo.
Nome:
Profissão:
E-mail:
Desejo receber
newsletter
Desejo cancelar
recebimento das
newsletters

Cidades (in)sustentáveis
11/03/2005 - Desde a "Atlântida" de Platão, no século 4º a.C., como a "Utopia" de Thomas Morus, no século 14 d.C, também "A Cidade do Sol" de Tommaso Campanella (1568-1639) e "A Nova Atlântida" de Francis Bacon (1561-1626), as cidades sempre foram retratadas por um lugar bom, perfeito e ideal, localidade em que se gozava de um sistema social, legal e político perfeito.

As passagens históricas plurisseculares, quando referendadas às cidades de hoje, bem como os ambientes e seus sistemas político-econômicos, será lógico que teremos aí um grande distanciamento de propostas. Oxalá fosse possível vivermos num mundo como aqueles descritos pelos pensadores visionários! Ao mesmo tempo, não podemos mais deixar nos envolver pelo mesmo sentimento que envolveu os atlantes e que culminou com o extermínio daquela ilha.

Hoje, preocupados com o real estrangulamento e o caos da vida planetária, culminado para o desleixo quanto à preservação da vida, dos recursos naturais e a expansão desordenada das cidades, é que se deu início ao diálogo entre os grandes líderes mundiais e as empresas poluidoras e exploradoras dos recursos da Terra.

Em 1987, a ONU, como mediadora deste trabalho, veio fazer sua primeira intervenção e contribuição quando expôs o conceito de desenvolvimento sustentável. "É o atendimento das necessidades das gerações atuais, sem comprometer a possibilidade de satisfação das necessidades das gerações futuras."

De lá para cá, começa então a ser utilizado esse termo para se referir exclusivamente à área ambiental, impulsionado pelas organizações não-governamentais, que por sua vez pressionavam as empresas destruidoras do meio ambiente. Face aos exaustivos diálogos e discussões para uma composição pacífica sobre a poluição desenfreada, eis que surge outro termo, a ecoeficiência, que quer dizer: "como produzir mais e melhor, agredindo cada vez menos o meio ambiente (...)"

Para equilibrar a balança, fez-se necessário levar a discussão à sociedade civil, surgindo e provocando ações participativas da comunidade com os governantes. O resultado dessa gestão participativa foi o mais positivo possível, pois resultaram alternativas e soluções frente aos impactos negativos da exploração desordenada. Para tanto, durante a Eco-Rio/92, foi criado um documento consensual com compromissos para mudanças do padrão projetado para o século 21, denominado Agenda 21. Mais tarde, em 2001, preocupados com o aquecimento global, deu-se início a um novo e grande projeto mundial, o Protocolo de Kioto, com pretensão de diminuir em 5% a emissão de gases mundiais até 2012, mesmo com o isolado voto contrário dos caras pálidas.

Focando a qualidade de vida futura da humanidade, bem como a preservação dos já parcos recursos naturais, é que começam (governos, empresas e sociedade) a preocuparem-se também com as questões socioculturais, econômicos e políticos. E a comunhão dessas questões com a gestão ambiental e a ecoeficiência, é que vem envolver o que hoje se chama de sustentabilidade. A sustentabilidade vem então arranjar o futuro à gestão ambiental, conjugada com o equilíbrio social e eficiência econômica, favorecendo suas inclusões por meio das políticas públicas e urbanas.

Por isso, a sustentabilidade das cidades é vista como saída para essa possível e real catástrofe planetária, resultante, entre outros, do processo de urbanização não controlado, bem como a ausência de planos diretores eficientes e atualizados, o não-cumprimento da legislação vigente e a especulação imobiliária sem limites.

Por imposição legal, o Estatuto da Cidade criou dispositivos para regulamentar a função social da propriedade de que esta deve ser participativa. Aquilo que era argumento político de certas administrações hoje é obrigação legal, ou seja, a participação é obrigatória. O prefeito não decide nada sozinho, acabou o autoritarismo em função dessa lei. Quem faz a cidade agora é a população. Assim, qualquer ação que façamos no meio para obtermos qualquer resultado terá de estar pautada pelo princípio da sustentabilidade.

O menor dano possível advindo do progresso tecnológico, o melhor resultado mediante a empregabilidade dos recursos renováveis e a melhor apropriação social por meio da gestão participativa gerarão já cidades possíveis para nós, como cidades possíveis para nossos descendentes. É simples. Agindo dentro desses conceitos, talvez possamos prolongar as previsões de Stephen Hawking ("Uma Breve História do Tempo", Ed. Rocco), quando previu que a vida na Terra não ultrapassará o terceiro milênio em razão do aquecimento de sua superfície. Coincidentemente ou não, é a mesma época prevista, também, por Nostradamus ("Visão das Trevas, Grandes Catástrofes da Humanidade", Ed. Record). E o que terá a "Atlântida" de Platão a ver com essas previsões? Façamos todos nossas reflexões.

Autor: Sidney Carvalho, engenheiro civil, acadêmico de direito da Univille, Joinville/carvalho_engenharia@ig.com.br





Semana do Meio Ambiente:
Colégio Energia e VidaVerde promovem 4ª edição da Casa Consciência
Projeto Casa Consciência
ganha Prêmio Expressão de Ecologia
Participe do Jantar do Dia da Árvore
Lançada cartilha sobre rio do Braço em Joinville
Terceira edição da mostra Casa Consciência abre Semana do Meio Ambiente

É o fim do mundo
A importância da camada superficial de solos para a sociedade brasileira
A devastação continua, incentivada
Tentativa de acordo sobre retirada de areia
Marketing sustentável

Projeto Casa Consciência muda atitude dos estudantes
Municípios não podem autorizar extração de areia em leitos de rios
Lançada Cartilha Ambiental
Programa Treinee em meio ambiente
ONG VidaVerde divulga trabalho na Semana do Meio Ambiente

Preocupações dos agricultores são legítimas
Poluição
Cota 40
Ocupação inteligente?
Cota 40

Rio do Braço precisa de atenção
Casa desperta consciência ecológica
Casa ecologicamente correta em exposição
Ong Vida Verde coordena a revitalização do rio do Braço
Entregue prêmio de ecologia


Não fique indiferente!

03/10 - 20:00
Palestra Loteamento Ecológico...
22/09 - 19:30
Jantar do Dia da Árvore...
21/09 - 14:30
Dia da Árvore – Enriquecimento da Mata Ciliar...
30/08 - 19:00
Lançamento da Cartilha Ambiental em Pirabeiraba...
20/06 - 03:07
Gestão Escolar e as Tecnologias Educacionais...
11/06 - 02:52
1º Encontro Ambiental Comunidade Ribeirão do Cubatão...
13/02 - 04:21
Audiência pública para tratar da questão do Morro do Boa Vista....
02/02 - 02:19
Cerimônia de posse do Prof. NÉLCIO LINDNER...
17/11 - 11:10
Palestra: Utilização da água da chuva...
17/11 - 11:08
Palestra: Adubação orgânica "Bocache" em orquídeas...

25/11 - 04:04
3º Simpósio da Defesa Civil...
19/10 - 11:45
Seminários de Áreas Prioritárias para as regiões Sul, Sudeste e Nordeste...
17/10 - 20:00
Palestra Loteamento Ecológico...
20/09 - 08:00
1º Congresso Brasileiro de Responsabilidade Socioambiental nas Instituições Financeiras...
12/09 - 04:42
Congresso Brasileiro de Comunicação Ambiental...
30/08 - 08:00
Gerenciando Resíduos Perigosos...
02/08 - 09:00
Curso de Elaboração de Projetos Sociais para Captação de Parceiros e Patrocínio...
26/07 - 05:29
Rede Brasileira de Agendas 21 locais...
25/07 - 14:00
Seminário de Capacitação em Educação Ambiental...
10/06 - 05:50
1º Encontro Sobre Democracia Ambiental e Controle Social ...



Assine o manifesto

Contribua com a VidaVerde
A VidaVerde se mantém com o apoio financeiro de seus associados, empresas e todos os que queiram contribuir...
Adesivo Vidaverde
Botons Vidaverde
Camisetas Vidaverde

Rio do Braço...
Caieiras...
Morro Boa Vista...

Nascentes: A caminho da salvação
Manguezal: A importância da preservação
Vidaverde: Faça parte
Boa Vista: Ligue por mim
Boa Vista: Joinville abraça este morro

Projeto do Parque do Boa Vista prevê preservação ambiental associada a lazer
Parque é primeira grande conquista



Política Copyright Mapa Ajuda Apoio